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dinheiroA Área do Livre Comércio das Américas (ALCA) é uma forma de integração econômica entre as nações. Dessa vez, com mais abrangência que os outros blocos já existentes, como: MERCOSUL, Nafta, Pacto Andino, Associação dos Estados do Caribe (AEC), Associação Latino Americana de Integração, Aliança Bolivariana para as Américas (ALBA) e outras. Essa zona de livre comércio foi uma ideia dos Estados Unidos em quebrar as barreiras alfandegárias entre o continente americano. Fazem parte da ALCA, 34 países, com exceção a Cuba.

Esse quociente supera o da União Europeia, que totaliza 25 integrantes. Porém, essa negociação se encontra estagnada devido às discrepâncias dos membros. A ideia de livre comércio partiu dos norte americanos, mas a iniciativa não é vista com bons olhos do ponto de vista político. O ex-presidente Bill Clinton propôs a abertura total do mercado, entretanto, apenas em 2005, George W. Bush conseguiu acelerar o processo.

A ALCA possui membros com muita assimetria econômica. Os outros mercados mundiais não se interessam por alguns países, como é o caso da União Europeia: interessada mais nos Estados Unidos que no Brasil, por exemplo. Com a criação da zona de livre comércio a economia iria sofrer um aumento considerável, estima-se 12 trilhões de dólares no Produto Interno Bruto (PIB). A implementação gera benefícios para os norte americanos, que possuem a maior economia do continente.


A zona de liberdade comercial foi sugerida no encontro chamado de Cúpula das Américas. Ela aconteceu no dia 9 de dezembro de 1994, em Miami, nos Estados Unidos. Criou-se o acordo econômico entre os países da América, exceto Cuba. Embora haja a resistência de muitos dos outros blocos, o Brasil não apresenta um revés na economia quanto à sua entrada na ALCA. As tarifas aplicadas no comércio seriam iguais para todos os membros. Com isso, aumentaria a competitividade, que não a de taxas alfandegárias.

O MERCOSUL, de acordo com os especialistas da área econômica, seria fortalecido com a adesão da ALCA. Uma vez que ela poderia abrir portas para os mercados andinos negociarem com o Brasil, nas exportações – caso fosse mantido a igualdade tarifária. O setor privado da economia poderia aproveitar, pois a América do Sul é muito importante para o comércio exterior. Para o Brasil, principalmente, visto que os mercados de fora, como a União Europeia, se interessam pelos produtos de exportação do Brasil.

pessoasOs países que fazem parte dos projetos da Área de Livre Comércio das Américas são: Brasil, Chile, Argentina, Equador, Venezuela, Colômbia, Uruguai, Antígua e Barbuda, Trinidad e Tobago, Bahamas, México, Panamá, Suriname, Guiné, Peru, Bolívia, Honduras, Belize, Guatemala, Nicarágua, El Salvador, Granada, Barbados, Estados Unidos, Canadá, Jamaica, Haiti, Costa Rica, Dominica, República Dominicana, São Cristóvão e Nevis, Santa Lúcia, São Vicente e Granadinas e Paraguai.

Mais uma vez, é importante reforçar que há uma grande diferença entre as barreiras impostas sobre os produtos em cada país. Com o equilíbrio que a ALCA traria, as chances de causar alterações negativas para as economias é quase certa. Aí, criou-se um conflito entre ALCA e MERCOSUL, pois os sul-americanos querem se defender de possíveis déficits e, ao mesmo tempo, desejam ampliar o seu horizonte nos negócios. A área de livre comercialização ajudará no aumento do Produto Interno Bruto (PIB), ao passo que também reduzirá as altas cargas tributárias.

A rejeição por parte do MERCOSUL em relação à ALCA, seria pelo fato desse mercado poder influenciar, negativamente, nas economias. Porém, a integração entre os dois blocos ainda não foi aceito. Mas existe um grupo, chamado de Comitê de Negociações Comerciais (CNC), que se responsabiliza pela supervisão dos grupos negociantes. Esses, estudam a respeito do Acesso a Mercados (GNAM); Agricultura (GNAG); Políticas de Concorrências (GNCP); Solução de Controvérsias (GNSC); Compras Governamentais (GNCSP); Direitos de Propriedades Intelectuais (GNPI); Subsídios, Antidumping e Medidas Compensatórias (GNSADC).